Viver com uma doença que ameaça a vida: como cuidar de quem está prestes a partir e a importância do cuidar de quem cuida

Do diagnóstico de uma doença grave à busca pelo tratamento adequado. Durante a trajetória, porém, a constatação de que não é mais possível curar. Como conviver com uma doença que ameaça a vida? Como proporcionar ao enfermo uma vida digna até o final? E todos os profissionais da saúde estariam aptos a assumir este tipo de trabalho?

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, o número de idosos no Brasil deve dobrar até 2042. A última Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua), mostrou que o número de brasileiros com mais de 60 anos superou os 30 milhões em 2017. Em cinco anos, o país ganhou 4,8 milhões de idosos, um acréscimo de 19%, o que demonstra o envelhecimento da população.

Evidentemente que as doenças graves não acometem apenas os idosos, mas eles são os mais vulneráveis. É preciso falar sobre como cuidar desta população, preparar-se para o desenlace e como cuidar de quem cuida: profissionais da saúde, familiares e amigos.